Alef Gomes

Description:

Nome: Alef Gomes
Idade: 30
Estado Civil: Casado
Altura: 1,85
Peso: 95
Cor dos Olhos: Castanhos
Cor do Cabelo: Castanhos
Cor da pele: Branca
Signo: ..
Residência: ..
Ocupação: Autonomo
Empresa: ..
Formação: Engenharia Mecânica
Comida Preferida: Frango
Filme: Assassino à Preço Fixo
Hobby: Ler e praticar Tiro ao Alvo
Musica: Metal Sinfônico
Cores: Preto e Roxo
Temperamento: Meticuloso
Estilo: Sport Fino
Religião: Agnóstico Teísta
Partido Politico: ..

Bio:

Aparenta ser uma pessoa comum, não muito sociável. Mas ao mesmo tempo consegue ganhar a confiança de qualquer um que passe alguns minutos numa conversa. É dotado de uma educação sem igual. Além do seu vasto conhecimento em tecnologia, é um exímio atirador de elite. Busca sempre aprender sobre tudo e todos, afinal, a qualquer momento um conhecido pode virar alvo. É uma pessoa muito tranquila e otimista, ponderado em suas decisões e calmo. Apenas uma vez perdeu a calma, quando viu seu melhor amigo apanhando na escola.

Background

Alef era de filho de um casal pobre, que vivia na periferia. Moravam em um bairro perigoso de São Paulo, vivam em meio à assaltantes, traficantes, drogados e uma ou outra pessoa de bem, que apenas não tinham condições financeiras suficientes para morar em outro lugar.
Quando Alef tinha 13 anos, seu pai sofreu de uma grave doença e precisou ficar de cama, perdendo assim o emprego, e cessando também a única fonte de renda da família. A mãe de Alef, conhecida no bairro apenas como Dona, pensou em uma maneira de conseguir dinheiro, não só para o tratamento de seu marido, mas como para manutenção da casa. Ela seria agora, o “homem” da casa.
Dona sabia que, onde moravam, só coneguiria trabalhar como prostituta. E por mais que ela estivesse disposta a fazer tudo para cuidar de sua família, não tinha coragem de entrar em tal estilo de vida. Mas sabia que não conseguiria trabalhos “honestos”. Decidiu então, fazer pequenos furtos em pequenas lojas e mercadinhos do bairro. Roubando apenas o básico e necessário, anotando tudo que roubava e todos os lugares, prometendo para sí mesma, que um dia pagaria cada centavo roubado.
Crente de que o melhor para Alef e seu marido, era que eles não soubessem a que ponto Dona chegou para mantê-los. Dona evitava fazer seus pequenos trabalhos enquanto Alef estava em casa. Esperava até que ele fosse para escola, para então começar seu trabalhinho.
Mantiveram-se assim por quase um ano. No ano de 1994, Alef completaria 14 anos de idade. E no dia do seu aniversário, ao chegar na escola, obteve a autorização dos professores e da diretoria para que passasse o dia em casa com sua família. Foi uma forma de gratificação pelo seu alto desempenho na escola, mesmo passando por tamanhas dificuldades. Ao voltar para casa, Alef estava tão feliz pensando em como contar para seus pais sobre a notícia da folga que lhe deram, que resolveu não pegar um ônibus, decidiu ir andando mesmo.
Dona, estava cada vez mais experiente, em sua nova “profissão”, chegou a adotar, inclusive o uso de touca e um canivete, para abordar pessoas na rua. Todo aquele cuidado para devolver tudo que roubasse já havia desaparecido, agora ela só queria mais dinheiro. Seria apenas mais um dia normal de trabalho.
Depois de aproximadamente 2h de caminhada, Alef chega em casa, e encontra seu pai dormindo, mas não vê sua mãe, ele imagina então que ela foi ao mercado, ou algo do tipo. Ele vai até seu quarto deixar sua mochila e tirar o tênis. Ao chegar em seu quarto, ele ouve passos de alguem correndo e entrando em sua casa pelos fundos, parecia um bandido. Alef assustado corre em direção ao quarto do pai para trancar a porta, pega uma faca da cozinha e fica de prontidão, em um dos cantos da sala, esperando aquele ladrão entrar. O suposto ladrão entra cheio de sacolas, bolsas e um canivete, joga tudo em cima da mesa da cozinha e tira a touca. Ao ver que era sua própria mãe, Alef sai de seu esconderijo e pergunta: “Mãe?”. Dona ficou sem reação, não sabia nem como responder ao seu filho… encararam-se por cerca de 3 minutos.
A essa altura, Alef já havia entendido o que estava acontecendo, e foi compreensivo com sua mãe. Mostrou-se indiferente à essa situação e perguntou-lhe: “Caramba mãe, quanta coisa! Hoje o dia foi farto ein? Imagina só se você tivesse uma arma, poderia…..” sua mãe dá-lhe um tapa na boca, e o manda ficar calado.
Alef: – Mãe, eu sei o que está acontecendo, não há mais o que esconder. E eu não tiro sua razão.
Dona: – (…)
Alef: Eu sei a dificuldade que estamos passando, não sou mais uma criança. E eu acho que posso ajudá-la.
Dona: – (?
) Como assim me ajudar Alef? O que você está querendo dizer com isso?
Alef: – É que eu tenho um amigo na escola, o Filipin e ele me conta sobre o trabalho do pai dele, o Sr. Quill..
Dona: – Está louco se pensa que vou me prostituir, jamais! Quanta besteira Alef!
Alef: – Não mãe, não é isso. O pai dele contrata pessoas para fazer algum serviço, é algo como trabalhar como autonomo. Se o pai dele tem um trabalho, ele te liga, te dá as instruções, você faz, ele te paga, você não faz, ele não paga.
Dona: – Mas que tipo de trabalho ele pede? E quanto ele paga?
Alef: – Isso eu não sei dizer, só sei que uma vez até eu fiz um serviço para ele. E ele me pagou muito bem.
Dona: – O que foi que ele pediu para você fazer?
Alef: – Ele disse que eu nunca devo contar para ninguem, mas você é minha mãe, contarei. Ele pediu para que eu roubasse a chave de um homem que estava em um bar. Eu consegui pegar a chave e entreguei para ele. Ele me deu R$ 100,00.
Alef continuou a explicar para sua mãe, tudo que seu amigo lhe contava sobre seu pai e etc. Dona pareceu muito interesada nessa proposta. Afinal, talvez em um ano, pensava ela, poderia juntar todo dinheiro que precisava para pagar o tratamento do seu marido e então voltar a ter uma vida normal.
Dona foi até o Sr. Quill, para saber como funcionava esse tipo de trabalho. Ela recebeu todas as orientações e instruções, como funcionava o pagamento, como eles entrariam em contato com ela etc…
Dona estava em dúvida se aceitaria os trabalhos, pois a maioria deles consistia em matar pessoas não só roubar, como ela estava acostumada. Então a princípio ela começou a aceitar apenas os trabalhos que envolviam no máximo, ameaça ou roubo. Mas conforme a necesidade foi aumentando, Dona não viu outra saída, se não, aceitar um trabalho de assassinato, o que lhe poderia render, no mínimo um pagamento de R$ 1.000,00 em um único dia de trabalho. Ao aceitar o trabalho, Dona automaticamente recebeu uma arma de fogo, munição e as informações do seu alvo, além do prazo para conclusão do serviço.
Não demorou muito para que Alef começasse a ajudar sua mãe nos trabalhos, pensando nas estratégias, nas fugas, na coleta de informações extras etc.
Em pouco mais de um ano, eles já haviam mudado de vida considerávelmente. Mas infelizmente o pai de Alef não sobreviveu à doença. Mas isso não fez com que Alef e Dona cessasem suas atividades. Dona estava se tornando uma assassina profissional, estava recebendo os trabalhos mais bem pagos, pois em 6 anos de trabalho, ela nunca falhou em um serviço, nunca.
Aos 18 anos de idade, Alef entra na faculdade de Engenharia Mecânica. Sua mãe pagava-lhe os estudos e em troca disso e ele não precisaria trabalhar, desde que ele continuasse ajudando-a nos trabalhos.
No ano de 2000, o Sr. Quill, reconhecendo o excelente trabalho feito pelo Alef, resolve dar um serviço exclusívo para ele.
Sr. Quill suspeita que há um traídor entre eles, e confessa que vem suspeitando de uma pessoa e mostra à Alef algumas filmagens e fotos do carro do suposto traídor. E deixa bem claro à Alef que ninguem poderá saber que essa pessoa foi morta à pedido dele.
Então ele orienta Alef a como agir, como matar essa pessoa sem deixar rastros. Como se trata de um interno, a melhor maneira seria sabotar o carro do traídor durante à noite e no dia seguinte, o trabalho estaria concluído.
Na noite daquele mesmo dia, Alef começa seus preparativos. Seria sua primeira missão solo. Ele estava realmente empolgado com isso. Contou para sua mãe seus planos, e ela ficou igualmente feliz por ele, um pouco preocupada, pois não poderia acompanhar o filho dessa vez, pois o Sr. Quill tinha um serviço para ela esta noite e este seria seu trabalho mais bem pago em seus últimos 6 anos de serviço. O trabalho consistia em matar um empresário que bancava o tráfico de mulheres e crianças, para prostituição e trabalho escravo. Ele viciava as mulheres em drogas pesadas para mantê-las sempre por perto. Este trabalho renderia à Dona um pagamento de R$ 150.000,00. Mas este ela não pôde concluir, pois haviam armado para ela. Suspeitam que o traidor já havia informado o empresário do trabalho que Dona faria, e explodiram seu carro, enquanto ela ia em direção à missão. Alef nunca soube que estava por trás disso tudo. Então aos seus 20 anos de idade, resolveu dar continuação ao trabalho de sua mãe.
O Sr. Quill, sente-se culpado pela morte da sua melhor “funcionária” e como forma de pagamento, resolve aceitar Alef como sucessor de sua mãe, e começa a treiná-lo. Ensina-o a como atirar, lutar, ensina como são feitos os negócios, os acordos, como eles chegam em um alvo etc. No fundo, o Sr. Quill queria que Alef desse continuação aos seus negócios, afinal ele já estava ficando velho demais para isso.
Dois ano depois, Alef descobre que, quem armou para sua mãe, foi o próprio Sr. Quill, pois Dona já estava muito envolvida no caso, e sabia de muitos segredos de seu chefe, Sr. Quill decidiu então se livrar dessa ameaça fazendo com que o próprio Alef desse um fim em sua mãe, sem saber. Mas mal sabia ele, que se livrando de Dona, ele estava automaticamente sentenciado à morte pelo seu sucessor. Para evitar que o mesmo acontecesse com ele, Alef decidiu então, tornar-se imparcial em seu trabalho. Cortando aos poucos qualquer tipo de relacionamento amigável com seu chefe, seria algo como empregado-empregador, nada mais.
Após três anos de estudos, analisando e aprendendo as rotinas do Sr. Quill, Alef criou um plano para se vingar do assassinato de sua mãe. E no aniversário de 5 anos da morte de sua mãe, Alef coloca seu plano em prática. Foram mais de 8h de duração de seu plano, até que chegou o momento de estar armado e sozinho com Sr. Quill.
Alef saca sua arma equipada com um silenciador, e aponta para seu chefe:
Sr. Quill: – Eu acolhi você! Você me deve essa! Você só chegou onde chegou por minha causa, se eu não tivesse dado trabalho à sua mãe, aquela ladrazinha barata, você estaria hoje em algum beco se drogando, seu muleque!
Alef: – Sou muito grato por tudo isso, acredite.
Sr. Quill: – Abaixa essa arma então, mas que merda! Eu sempre te ensinei que não existe vingança nessa vida, tudo são negócios. Tudo tem preço, e tem sempre alguem disposto a pagar…você sabe disso.
Alef: – Eu sei disso. Eu sei que tudo tem seu preço. E o preço pela morte da minha mãe, será pago com a sua morte.
(onomatopéia referente à um tiro de uma arma com silenciador)
Alef hoje trabalha como Assassino de Aluguel, para um único cliente. O Sr Ita.
Alef não sabe nada desse seu cliente, apenas seu nome.

Alef Gomes

O Mundo das Trevas nickolaslobo BraKaYedmore