Galadriel

Description:

Nome: Galadriel
Idade: 25 anos
Estado Civil: Solteiro
Altura: 1,70
Peso: 70 kg
Cor dos Olhos: castanho escuro
Cor do Cabelo: Preto, negão, negritude
Cor da pele: Preto, negão, negritude
Signo: Gêmeos
Residência: Morro do Maneiro
Ocupação: Gerente do trafico de drogas do Morro do Maneiro
Empresa:
Formação: Ensino fundamental incompleto
Comida Preferida: Ambrosia
Filme: Meu nome não e Johnny
Hobby: Atirar
Musica: Poesia da madruga – ADL e Funkero
Cores: Preto
Temperamento: Colérico
Estilo: --
Religião: (Cético)
Partido Politico: --

Bio:

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Quando crianças Galadriel, Vicent, Alef e Gabriela costumavam se reunir em um campo vazio no subúrbio, onde mantinham seu esconderijo que eles chamavam de base secreta, na qual ele e seus amigos podiam se reunir para compartilhar de seus gostos e ouvir rádio. Em estimulo aos feitos, Galadriel desenhou um símbolo para a base que representava sua amizade, eles juraram sempre proteger uns aos outros e honrar a amizade traduzida naquele símbolo, sem importar-se com quem seria o vilão, mas o que ele não sabia era que no futuro, ele seria o vilão.
Abandonado por sua família, Galadriel largou a escola aos 16 anos, começou a enraizar-se em más influencias de tal forma que, em pouco tempo já tinha sido encarregado de executar alguns devedores do crime. Tornou-se usuário de drogas e um assassino frio e sem escrúpulos que deu cabo até mesmo de outros traficantes.
Em uma dessas empreitadas na qual Galadriel deu fim ao “reinado” de um traficante antecessor a ele na favela onde mora, algo estranho aconteceu e Galadriel nunca encontrou resposta para o ocorrido. Na ocasião em questão havia ele conseguido um grupo de desordeiros descontentes com a situação da comunidade e invadiram os barracos dos principais aliados do chefe do trafico da época, aniquilando sem dó um a um. Ao chegar na vez do prócer, Galadriel pediu para que os outros deixasse-os a sós dentro do barraco, estava disposto a oferecer uma aliança, mas o contrario do esperado, o rapaz desprezou toda a fala de Galadriel e se ajoelhou enquanto repetidamente proferia uma sequencia de frases estranhas, que mesmo se esforçando, Galadriel não conseguira entender. O rapaz parecia ter aceitado a morte quando de repente a sala começou a ficar cada vez mais escura, um tom arroxeado tomava conta do interior do barraco e Galadriel mantinha a arma apontada para o traficante. Um clima estranho tomou conta do lugar, a sala ficava cada vez mais fria e Galadriel suava, esse homem não era a primeira vitima da ponto 40 de Galadriel e mesmo assim ele suava. Quando cansado de tentar conversar e decidido em apertar o gatilho, o homem com os olhos esbranquiçados e o que aparentava ser frinchas amareladas em seu rosto, repentinamente olhou para Galadriel que sentiu aquele olhar penetrar o fundo de sua alma e então com uma voz farronca, ele diz que aquela não seria a ultima vez que se veriam, e com o susto do ato brusco do traficante Galadriel puxa o gatilho e acerta-o 3 tiros na cabeça deixando o rosto do traficante desfigurado.
Dias após esse acontecimento, quando Galadriel finalmente tomara a favela para si, ele jurava ter visto aquele traficante algumas vezes em outros pontos da cidade, mas dessa vez, não mal trapilho como de costume, ele estava elegante, trajado com um terno roxo escuro, como aquele tom da sala na noite em que morrera, mas o homem parecia não ter o visto. Galadriel chegou a consultar algumas mães de santo e benzedeiras, que o aconselharam esquecer o fato por se tratar de coisas que iam alem dos orixás.
Mesmo depois de se tornar dono da favela, a vida nas ruas nunca foi fácil, mas sua experiência lhe rendeu bons proveitos e grandes feitos, garantindo-lhe reconhecimento e bons contatos! Hoje aos 25 anos a única droga que te faz sentir bem, são os poucos segundos que separam é o som do gatilho e o ultimo suspiro de uma alma.

Galadriel

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